Como os Horizontes de Inovação ajudam a construir a ambidestria organizacional?
Equilibre eficiência e inovação com a ambidestria organizacional. Descubra como os Horizontes de Inovação estruturam essa estratégia para impulsionar o crescimento sustentável.

Equilibrar eficiência operacional e inovação contínua é essencial para empresas que desejam se manter competitivas. A metodologia dos Horizontes de Inovação é uma das mais eficazes para estruturar esse equilíbrio, permitindo que organizações combinem melhorias no core business com a exploração de novos negócios. Descubra como aplicar essa estratégia para impulsionar a ambidestria organizacional.
O que é ambidestria organizacional?
O termo foi introduzido em 1976 por Robert B. Duncan e, mais tarde, ampliado por Michael L. Tushman e Charles A. O'Reilly em 1996. A definição atual combina inovação (futuro) e eficiência operacional (presente) de forma simultânea. Empresas que operam com ambidestria conseguem se adaptar ao mercado sem comprometer o que já funciona.
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Agora, o que são os Horizontes de Inovação e como usá-los?
Baseada no modelo clássico da McKinsey, é uma metodologia que ajuda a transformar estratégias de inovação em planos de ação concretos, ou seja, é um modelo que permite com que as empresas operem eficientemente no presente enquanto exploram oportunidades para o futuro - executando perfeitamente a ambidestria organizacional.
Os Horizontes de Inovação estruturam essa abordagem ao dividir a inovação em três grandes frentes:
- H1 (NOW) - Core Business: melhorias nos processos e operações atuais.
- H2 (NEXT) - Negócios Emergentes: exploração de novos produtos e mercados previsíveis.
- H3 (NEW) - Novos Negócios: busca de soluções disruptivas para o futuro.
Cada horizonte desempenha um papel crítico para garantir continuidade e inovação simultaneamente.
Como integrar os Horizontes ao dia a dia da empresa?
A metodologia deve ser aplicada de forma integrada, garantindo o alinhamento entre operações e inovação. Uma das abordagens mais eficazes é distribuir os investimentos e esforços da seguinte forma:
- 70% no H1 (operações atuais)
- 20% no H2 (negócios emergentes)
- 10% no H3 (disrupção)
Ajustar essa proporção conforme a realidade do setor pode aumentar a efetividade da estratégia.
Por que importa?
Empresas que adotam esse modelo garantem um crescimento sustentável e maior capacidade de resposta às mudanças de mercado. Entre os principais benefícios estão:
- Maior previsibilidade e segurança na inovação.
- Alinhamento entre estratégias de curto e longo prazo.
- Redução de riscos e desperdício de recursos.
A combinação entre horizontes torna a inovação mais pragmática e escalável.
Como dar o primeiro passo?
Antes de buscar a grande inovação que transformará o mercado, é essencial iniciar com pequenas iniciativas. O ponto de partida é identificar qual ideia pode ser testada imediatamente, sem comprometer a operação existente. Pequenos avanços diários constroem a capacidade de inovação sustentável.
📌 Conclusão
Os Horizontes de Inovação oferecem um caminho claro para empresas que desejam equilibrar operações eficientes com inovação disruptiva. Essa abordagem estruturada é fundamental para construir uma cultura de ambidestria organizacional e garantir um futuro sólido no mercado.